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Modelo N=1, R=G

No modelo de produção de Ford, conhecido por Fordismo,  o consumidor é um vasto grupo de pessoas (Mass Marketing) com as mesmas necessidades e desejos. No Fordismo, existe uma ilha de recursos dentro e para a empresa. O conhecimento, capacidade operacional e inovação nasce e vive dentro dessa ilha.

Mas a dinâmica dos novos mercados é hoje mais complexa e misteriosa. São muitas as variáveis. A globalização, a tecnologia e a comunicação ubíqua. Além disso, os consumidores são cada vez mais expressivos a exigir qualidade, personalização, comodidade e facilidade de utilização dos novos produtos e serviços.

Continua a acreditar que os antigos modelos de negócio vão ser rentáveis? Como o foram quando eles começaram a ser utilizados? Pode ser uma verdade para alguns negócios, mas uma falácia para outros. Eu acredito nisso!! Eu quero produtos e serviços adaptados às minhas necessidades e não as minhas necessidades adaptadas a um grupo de pessoas!

Prahalad e Krishnan, no livroThe New Age of Innovation, apresentam um novo modelo para criação de valor, constante inovação e crescimento. O modelo assenta sobre dois pilares. N=1 e R=G, ou seja:

  • N=1: Um milhão de consumidores é um consumidor. Os esforços devem ser concentrados na experiência de um consumidor de cada vez.
  • R=G: Outsourcing de actividades fora do core business das empresa. Mover-se numa cadeia global de múltiplos fornecedores de serviços e produtos.

E agora?

Será que é mais um trabalho que vem reforçar a mensagem de James C. Anderson e James Narus em “Business Marketing: Undestand What Customers Value“? E de Ian MacMillan  e Rita McGrath em “Discovering new points of Differentiation” ou em “Market Busting: Strategies for Exceptional Business Growth“?

Ficam mais alguns recursos no caso de querer aprofundar o assunto.


jpereira

http://jpereira.eu

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