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Edit: Done!

Depois de algum tempo fora, tenho de voltar a dar uso a este canto. Após uma migração de base de dados do WordPress, requisito para migrar para a verssão 3.0.1 do WP,  o resultado está à vista, uns caracteres estranhos por causa de uns problemas de encodings.

Por agora não me vou preocupar muito, mas em breve tenho de fazer qualquer coisa para rectificar isto, um pouco de SQL e isto deve ir ao sítio. Vamos ver…

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Tenham cuidado com o que partilham nas redes Sociais

Há uns dias atrás vi os meus streams do Facebook, Twitter e Buzz cheios de mensagens acerca de subscrições que fiz a alguns canais do Youtube. Acredito que para quem viu esse fluxo de mensagens foi um grande desprazer. Também foi para mim porque quando integrei estas contas (Youtube, Buzz, Twitter e Facebook) não pensei muito no assunto e devia-me ter precavido destas situações.

floodPior ainda, é que algumas das mensagens estavam duplicadas (Português e Inglês), como podem ver ali na imagem à esquerda.

Mas há quem faça pior. Há quem insista em partilhar tudo nas redes sociais. Por vezes parece que estou a ver a caixa de entrada do email de algumas pessoas, se me enviarem o número do cartão de crédito agradecia 🙂

No Google Buzz, que estou a ponderar desactivar, recebi a seguinte mensagem do stream de alguém:

Alguém quer lhe conhecer no Badoo!

Outra pessoa por perto quer lhe conhecer. Vá até o Badoo e veja se a atração é mútua. Decida quem você quer conhecer!

http://ping.fm/—–

Obrigado,
A Equipe Badoo

Esta é uma mensagem de envio somente. Respostas a esta mensagem não são monitoradas ou respondidas.
Você recebeu esta mensagem como um usuário registrado no ,
para controlar que emails você recebe, por favor, modifique as suas configurações:
http://ping.fm/—-

WTF? Então só para passar o tempo, segui o primeiro link e qual é a minha surpresa que estava agora na posse de uma conta desse serviço (Badoo), com acesso à conta por completo… pena não se algo que me interessasse mais 🙂

Já não é a primeira vez que isto me acontece. Da última vez foi alguém, com o mesmo nome que eu e provavelmente com um endereço de email muito parecido, que se enganou a introduzir o email no Hi5 e lá fiquei com acesso completo à conta do rapaz…

Se quiserem dar acesso às vossas contas de serviços de redes sociais e outros, utilizem um serviço que publique a vossa caixa de correio no stream do Buzz e outros streams.

Ficam avisados 🙂

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A TMN ainda não percebeu o Twitter

Um cliente liga para o 1696 da TMN e diz:

Cliente: queria saber qual é o melhor plano para acesso à internet através do telemóvel sem carregamentos obrigatórios.

TMN: Zzzzz!! Zzzzz!!

Cliente: estão-me a ouvir?

TMN: Zzzzzz!! Zzzzz!!

Isto não aconteceu com o 1696 mas aconteceu com o Twitter. A TMN tem uma conta do twitter @tmn_pt, mas não responde a estas questões através do Twitter…. Não sei se eles querem propositadamente ignorar este canal de comunicação ou então não perceberam ainda que o Twitter também serve para eles se relacionarem com os clientes e não apenas para fazer publicidade.

twitter_tmn

http://twitter.com/joaomrpereira/statuses/6836740450

O que acham? Acham que a TMN poderia usar o Twitter sem ser apenas para fazer publicidade mas também para responder a questões dos clientes?

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Porque é que eu gosto das metodologias ágeis para desenvolvimento de Software?

Nesta história a equipa estava a trabalhar no lançamento de um produto para o mercado. O projecto já dura à um ano e é gerido com técnicas “tradicionais”* de desenvolvimento de software. Uma das iniciativas (ou sub-projecto, ou projecto no contexto de um programa) inclui um site,  um blog e um perfil no Facebook, no Twitter e no Youtube, onde se irá anunciar o grande lançamento do produto para o mercado.

Um mês antes do grande lançamento a equipa responsável pela comunicação pergunta ao desenvolvimento: “Quando é que o produto vai estar pronto? Precisamos de uma data para comunicar ao público o grande lançamento”.

A equipa de desenvolvimento respondeu qualquer coisa como: “Já está 85% feito.”

Com uma contas, o gestor de projecto prevê que dentro de um mês o produto estará pronto para o mercado. E foi com esse pressuposto que a equipa de comunicação anunciou a data do lançamento “imprevisível” do grande lançamento no site, no blog, no Facebook, no Twitter e no Youtube.

Mas será que aconteceu o pior?

No dia de lançamento (segundo as expectativas da equipa de comunicação), a equipa de desenvolvimento diz que não é possível lançar o produto hoje.

Infelizmente para a equipa, a data de lançamento calhou a uma Sexta-Feira, quando já todos andavam atacados com o stress pre-release. Depois do problema escalado, a direcção da empresa pede gentilmente que se esforcem ao máximo durante o fim de semana para lançar o produto na próxima Segunda-Feira. Até lhes ofereceu recompensas financeiras.

O produto é lançado na Segunda-Feira, mas apesar do incentivo financeiro,  a equipa perdeu muita motivação com este acontecimento. O overtime e sensação de “falha” é sempre um desmotivador e não há dinheiro que “mexa” nessa psicologia.

Agora, porque é que eu gosto das metodologias ágeis para desenvolvimento de software? Não vou aqui falar de tudo, é claro, mas apenas de um ponto que acho importante no contexto desta história tão comum.

Disciplina nas entregas (e tudo que o processo traz de borla)

  • A trabalhar com iterações que produzem Software “utilizável”  e com um conjunto de funcionalidades conhecidas, a equipa ganharia disciplina nas datas de entrega (Com uma gestão apropriada da equipa).
  • Se as iterações tivessem duração de 3 semanas e a equipa confiasse que necessitava de uma iteração para atingir um conjunto de funcionalidades, que somadas às produzidas nas iterações anteriores igualavam as funcionalidades mínimas para lançar o produto, então a equipa de comunicação poderia estar confiante ao anunciar a data do grande lançamento

Será este ponto importante para repensar algumas metodologias de desenvolvimento de Software? Ou assumimos a postura da  negação: “Ahh, podia ser pior se tivéssemos marcado um evento com a comunicação social e grandes investidores.”?  🙂

* Refiro-me aqui às técnicas que apenas são reconhecidas como boas práticas dentro da empresa um por um grupo restrito de empresas. 🙂

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Para os amantes do Ruby on Rails e não só

Este post é para os amantes de Ruby on Rails e não só. É também para os amantes do desenvolvimento de Software.

Para quem não conhece Ruby on Rails (RoR), RoR é uma framework para desenvolvimento ágil de aplicações Web. Utiliza a linguagem de programação Ruby. Uma framework equivalente, mas em Java, pode ser o  Tapestry 5, por exemplo, que também é uma framework para desenvolvimento ágil de aplicações Web, mas em linguagem Java.

RoR não é a única framework para desenvolvimento de aplicações Web com Ruby e uma das mais activas frameworks “rivais” ao RoR é a Merb.

A novidade aqui, pelo menos para mim, é o anúncio do merge entre Ruby on Rails e Merb no RoR 3.

Fica aqui um vídeo com a  novidade, dada pelo criador do RoR, que não é um anúncio, mas uma aula.

Para quem não liga nada a RoR, pode ver a partir do minuto 45, tem umas excelentes dicas para qualquer pessoa envolvida no desenvolvimento de software. 🙂

Quero aproveitar também para emendar um pequeno detalhe num dos meus últimos posts. No post ‘O poder do “E” e do ‘Mas’” quero alterar de Programador para Parceiro 🙂 . Vejam o vídeo a partir do minuto 58 para perceber porque é que quero mudar isso 🙂 . Ahh! E vejam também a resposta à primeira pergunta, a partir do minuto 59

Vale a pena ver mesmo quem não quiser saber nada de RoR, mas quiser saber alguma coisa sobre desenvolvimento de Software.

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O poder do “E” e do “Mas”

Acho que existe um poder psicológico no “E” e no “Mas”. O “E” tem um poder positivo, de criatividade e colaboração enquanto o “Mas”  tem um poder negativo e cria barreiras para a criatividade e colaboração.

Para o demonstrar, considerem as seguinte conversas:

Programador – “Vou conseguir terminar o módulo A a tempo”

Gestor de Projecto – “Sim, muito bem. Mas conseguirás fazer também a documentação a tempo?”

Pensem que isto vos está a acontecer e tentem perceber o roadblock que foi colocado apenas no vosso caminho?

Agora no mesmo cenário mas como uma atitude mais positiva:

Programador – “Vou conseguir terminar o módulo A a tempo”

Gestor de Projecto – “Sim, muito bem e agora temos de nos focar também em entregar a documentação a tempo? Do que precisamos?”

Pensem agora nesta última conversa. Qual delas será a mais construtiva, colaborativa, positiva e inteligente?

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O conhecimento é gratuito!

Será o conhecimento gratuito ou quase gratuito?  Não sei se existem muitas empresas em Portugal a utilizar mailing-lists efectivamente. Acho que as mailing-lists podem ser uma fonte de conhecimento gratuita.

Este poderá ser a história de muitas equipas em muitos projectos. É uma história de uma equipa de desenvolvimento de software que trabalhou para uma pequena empresa de fogões de sala. Eles ganharam um contrato de um projecto para integrar uma aplicação Web, desenvolvida em Java, com o Twitter. O projecto deveria estar pronto em 6 meses, sob pena de perderem 10 000€ por mês de atraso.

A empresa cliente vai experimentar utilizar o Twitter para aumentar as vendas e querem integrar o site com o Twitter. A cliente quer utilizar palavras chave associadas aos produtos para actualizar várias contas do Twitter. Cada actualização automática tem palavras chave de um produto e um link para a página do mesmo.

Depois de alguma pesquisa e análise, decidiram utilizar o Twitter4J, uma biblioteca de software em Java para abstracção da API Restful do Twitter.

Não tinham qualquer conhecimento na biblioteca Twitter4J. Inicialmente estimaram que demorariam cerca de 2 meses para ganhar o conhecimento e experiência necessária para fazer algo do género em seis meses.

Depois de um pequeno brainstorming chegaram a duas alternativas para colmatar a falta de experiência e eliminar, ou reduzir, qualquer risco de atraso.

Alternativa 1 – Contratar um consultor com conhecimento em Twitter4J para trabalhar no projecto durante dois meses que custaria ao projecto cerca de 15 000 euros.

Alternativa 2 – Assumir o atraso de 2 meses que custaria cerca de 20 000 euros.

Como ambas as alternativas custavam bastante dinheiro à equipa, eles decidiram seguir por outro caminho mais arriscado, mas que nunca poderia custar mais que a segunda alternativa. A alternativa seguida foi:

Alternativa 3 – Começar já a desenvolver qualquer coisa, e se tiveram alguma questão bloqueante utilizam as mailing-list do Twitter4J e da API Restful do Twitter.

Eles seguiram com a terceira alternativa, e qualquer dúvida eles colocavam questões nas mailing-lists, tendo não acesso a um consultor, mas a centenas de consultores que lhes respondiam quase imediatamente.

A equipa consegui terminar o projecto com um atraso de 1/2 mês, o que significou um prejuízo para equipa de cerca de 5 000, comparados com os 15 000 da primeira alternativa e os 15 000 da segunda.

Acham que  nesta história o conhecimento foi quase gratuito?

Disclaimer: Isto é mesmo só uma história 🙂

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O que faz uma boa equipa?

Num artigo do Financial Post de Setembro, pode ler-se o seguinte:

“An effective team has to be able to respond quickly[…] And for that, we need a forum for robust dialogue.

A formally constituted team comes from the desire to work collaboratively […] There is a shared commitment to goals that has the support of individual team members, and in turn supports them.

An effective team […] contrasts with a more common hierarchical approach to business goals, “the command-and-control approach.”

The effective team are […] The Magnificent Seven rather than The Good, The Bad and The Ugly.

To have and effective teams […]Businesses need to shift from individual bonuses to team-based bonuses, to flatten out their reporting structure.

What may not be a Team? […] A committee is a weak variant of a team […] A team […] is the opposite of a committee in that it has a unifying purpose and values to which all members ascribe, despite their position within the organization.

How to build a team? […] Peer mentoring is a team learning system that lets people teach each other […] Workshops have their place in leadership development, but most corporations don’t have a significant way to transfer that knowledge into skills.”

Peer Mentorig […] challenges people to take ownership of their careers. As long as no direct reporting is involved, it works magically.

How a effective team looks like?[…] include enough people, and a good cross-section of skills. We call it collective intelligence. The worst thing to do is try to figure out things by yourself.

Ainda no mesmo artigo são sugeridas oito características de uma boa equipa:

EIGHT TEAM MUST-HAVES

  1. Must have a meaningful purpose that all members care about.
  2. Can’t be too large. Some experts suggest capping at 20. Field cautions against there being too little work for all members.
  3. Needs a diverse set of skills appropriate to the goals.
  4. Needs to be physically together. Even having some team members on different floors can hurt the team.
  5. Succeeds or fails together. No stars or scapegoats.
  6. Shares leadership. Of course there is one leader, but he or she should be willing to step aside when another team member’s skills are required.
  7. Has strong shared norms and expectations of behaviour. These are soft skills that often need to be taught.
  8. Needs time. “You lose advantages if you hurry,” Prof. Field says. “Slow it down for the process to work.”

Artigo original:

http://www.financialpost.com/story.html?id=2258320

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Convites Google Wave

Já tenho uma conta no Google Wave à algum tempo e ainda não ofereci os meus convites todos. Hoje a Google deu-me mais alguns convites e fiquei com 23. Quero dá-los porque ficar com eles não me serve de nada. No entanto, gostaria de dar os convites a quem realmente quiser  usar o Google Wave.

Ainda se notam alguns “bugs” no software, por isso é que ainda é fechado, mas já dá para fazer umas coisas muito interessantes.

Um vídeo em Português sobre o Google Wave.

Na minha opinião é uma ferramenta única para colaboração. Se alguem quiser um convite deixe-me um comentário com uma pequeno texto a descrever para que querem utilizar o Wave.

Boas ondas.

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