A life comited to learning

Tag: Business

O que faz uma boa equipa?

Num artigo do Financial Post de Setembro, pode ler-se o seguinte:

“An effective team has to be able to respond quickly[…] And for that, we need a forum for robust dialogue.

A formally constituted team comes from the desire to work collaboratively […] There is a shared commitment to goals that has the support of individual team members, and in turn supports them.

An effective team […] contrasts with a more common hierarchical approach to business goals, “the command-and-control approach.”

The effective team are […] The Magnificent Seven rather than The Good, The Bad and The Ugly.

To have and effective teams […]Businesses need to shift from individual bonuses to team-based bonuses, to flatten out their reporting structure.

What may not be a Team? […] A committee is a weak variant of a team […] A team […] is the opposite of a committee in that it has a unifying purpose and values to which all members ascribe, despite their position within the organization.

How to build a team? […] Peer mentoring is a team learning system that lets people teach each other […] Workshops have their place in leadership development, but most corporations don’t have a significant way to transfer that knowledge into skills.”

Peer Mentorig […] challenges people to take ownership of their careers. As long as no direct reporting is involved, it works magically.

How a effective team looks like?[…] include enough people, and a good cross-section of skills. We call it collective intelligence. The worst thing to do is try to figure out things by yourself.

Ainda no mesmo artigo são sugeridas oito características de uma boa equipa:

EIGHT TEAM MUST-HAVES

  1. Must have a meaningful purpose that all members care about.
  2. Can’t be too large. Some experts suggest capping at 20. Field cautions against there being too little work for all members.
  3. Needs a diverse set of skills appropriate to the goals.
  4. Needs to be physically together. Even having some team members on different floors can hurt the team.
  5. Succeeds or fails together. No stars or scapegoats.
  6. Shares leadership. Of course there is one leader, but he or she should be willing to step aside when another team member’s skills are required.
  7. Has strong shared norms and expectations of behaviour. These are soft skills that often need to be taught.
  8. Needs time. “You lose advantages if you hurry,” Prof. Field says. “Slow it down for the process to work.”

Artigo original:

http://www.financialpost.com/story.html?id=2258320

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As redes sociais… O que têm afinal de tão especial?

São muitas as pessoas a despertar para as redes sociais. Alguns donos de negócios procuram saber o que são afinal as redes sociais e como elas os podem ajudar.

3 Milhões USD que a Dell diz ter ganho em 2007 usando o Twitter.

55 Milhões USD foi o que Barack Obama conseguiu para a sua campanha presidencial em 29 dias, com a ajuda das redes sociais.

Acho que o vídeo que se segue fala por si.

“The computer in your cell phone today is a million times cheaper and a thousand times more powerful and about a hundred thousand times smaller [than the one computer at MIT in 1965] and so that’s a billion-fold increase in capability per dollar or per euro that we’ve actually seen in the last 40 years”

“The rate is actually speeding up a little bit so we will see another billion-fold increase in the next 25 years. And another hundred-thousand-fold shrinking. So what used to fit in a building now fits in your pocket, what fits in your pocket now will fit inside a blood cell in 25 years.”

– Ray Kurzweilfonte

Vídeo via Pedo Custódio.

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“Enterprise 2.0” e a Gestão

Enquanto pesquisava sobre “Enterprise 2.0” e colaboração, no artigo “Enterprise 2.0: The Dawn of Emergent Collaboration“, Andrew P. McAfee identificou duas ameaças a potenciais estratégias “Enterprise 2.0”, entre elas, quero aqui comentar uma:

Intranets today reflect one view point – that of management – and are not platforms for dissent or debate.  After Blogs, wikis and other voice-giving technologies appear, this will change. However, the question remains: will the change be welcomed?”

[…]

These tools reduce management’s ability to exert unilateral control and will be used to express some level of negativity.

Por exemplo, será que o Management está disposto a reportar a toda a organização que o projecto XPTO está atrasado e estão a “cortar” na qualidade para o entregar a tempo?

Antes de utilizar tecnologias “Enterprise 2.0”, como wikis ou blogs, acho que existe um um princípio fundamental que deveria ser seguido pelas pessoas na organização: “Transparência”. Quando existem múltiplos canais, múltiplas plataformas e múltiplos níveis de “reporting” é fácil comunicar progresso “falso” nos projectos. Não acho que este falso reporting seja motivado pela falta de desejo nas pessoas em fazerem um bom trabalho, mas sim por outros factores.

E também, o que me diriam se eu fosse o vosso Management e vos “recomendasse” a utilização de um wiki e depois nunca o utilizasse ou ignorasse o que por lá está escrito?

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Nobody calls their microwave woven a gadget. It’s too useful

In 2012 kindle will generate USD 840 million in profits from sales of USD 3.7 billion with 500 000 units against the 200 000 000 iPods sold . This represents a rough 20% of today’s Amazon profit, according to this month’s Fortune magazine.

Jeff Bezos says that the people using Kindle are not “gadget people” and compares kindle with a microwave oven.

Is this a good deal?

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The political temperature of your organization.

You belong to an organization no matter if you work for your own or work for unknow shareholders.

@joaomrpereira and @innomgmt are now following each other at Twitter.  @innomgmt has a LinkedIn group that is a community

Working together to dramatically improve Innovation Management effectiveness, to share experiences, and to explore new models and methods.

I’ve found this very interesting and joined. I had the chance to take the survey recommended by Andrew Loveless on the discussion “Discover the Political Temperature in your Organisation.” and I’m now waiting for the detailed results at my email. From the results I have immediately, they seems pretty much accurate.

Of course I will not discuss my results here, as you may understand, but from the first results I have, there’s a lot of good insights to keep.

Take your time to take the survey at http://www.relayconsultants.com/politicalbenchmarksurvey/ and think at least for five minutes per screen. If you find yourself stuck in some of the screens it’s good sign. Take the time to make an retrospective on your last projects and discuss with your colleagues if possible. At the end discuss the results with your organization.

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Os perigos da inovação

Lia na Marketeer deste mês um pequeno artigo sobre a EDP e sobre a confiança que transmite às pessoas. Segundo os resultados de um estudo  realizado pela interbrand, Inovação é um dos valores associados à marca.

Enquanto as empresas definem e redefinem a sua visão em torno dos seus valores e princípios, todas as decisões também são feitas atendendo a todos os valores e princípios.

Torna-se, então, complicado para uma empresa, que tenha inovação como valor, liderar os seus colaboradores na direcção certa porque é provável que exista um grande conjunto de paradigmas associados à palavra inovação.

Por isso como vão as empresas liderar os seus colaboradores com uma mensagem ambígua?

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Modelo N=1, R=G

No modelo de produção de Ford, conhecido por Fordismo,  o consumidor é um vasto grupo de pessoas (Mass Marketing) com as mesmas necessidades e desejos. No Fordismo, existe uma ilha de recursos dentro e para a empresa. O conhecimento, capacidade operacional e inovação nasce e vive dentro dessa ilha.

Mas a dinâmica dos novos mercados é hoje mais complexa e misteriosa. São muitas as variáveis. A globalização, a tecnologia e a comunicação ubíqua. Além disso, os consumidores são cada vez mais expressivos a exigir qualidade, personalização, comodidade e facilidade de utilização dos novos produtos e serviços.

Continua a acreditar que os antigos modelos de negócio vão ser rentáveis? Como o foram quando eles começaram a ser utilizados? Pode ser uma verdade para alguns negócios, mas uma falácia para outros. Eu acredito nisso!! Eu quero produtos e serviços adaptados às minhas necessidades e não as minhas necessidades adaptadas a um grupo de pessoas!

Prahalad e Krishnan, no livroThe New Age of Innovation, apresentam um novo modelo para criação de valor, constante inovação e crescimento. O modelo assenta sobre dois pilares. N=1 e R=G, ou seja:

  • N=1: Um milhão de consumidores é um consumidor. Os esforços devem ser concentrados na experiência de um consumidor de cada vez.
  • R=G: Outsourcing de actividades fora do core business das empresa. Mover-se numa cadeia global de múltiplos fornecedores de serviços e produtos.

E agora?

Será que é mais um trabalho que vem reforçar a mensagem de James C. Anderson e James Narus em “Business Marketing: Undestand What Customers Value“? E de Ian MacMillan  e Rita McGrath em “Discovering new points of Differentiation” ou em “Market Busting: Strategies for Exceptional Business Growth“?

Ficam mais alguns recursos no caso de querer aprofundar o assunto.

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