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Tag: Software Development

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Programmer testing exercise

Some time ago, I wrote here to leave you with a presentation about programmer testing. This post is a kind of follow up, leaving you now with the exercise.

You can see the exercise here

I also have the presentation in PDF stored in google drive. Find it here.

If you have any feedback/comments or whatever, comment this post.

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Quick introduction to REST and JAX-RS

Here are some slides introducing to REST world. Examples are using JAX-RS (JSR 311).

If we’re moving to the cloud-era, the undestanding of this architecture style is essential. In the cloud we are presented with services (Storage, Search, Graph, Geolocation, …) that we can and should use to build applications. Almost all of these services, available  in the cloud, provide some kind of interface and happens that, this  interfaces is, generally, a RESTful Web Service. If I want collaborate with these services I must talk the same language!! Moreover, exploring this architectural style in new applications opens the door for realy distributed and scalable systems, while the simplicity is kept high!

Here the slides:

PDF can be downloaded from here.

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Software Architecture disruption?

:Adrian Colyer is a smart guy and he  put together, in a talk, what software architectures will look like for the next years. True is, most of the services you’re using online today follow these architecture principles. Nothing new, thought.

Nothing in this architecture is can go wrong,  it’s so simple! This type of architecture is the perfect fit for this ubiquitous platform that is Internet.

Btw,  SpringSource makes it really easy to develop applications in this way, just look to Spring Integration project, for example. They have a plenty of projects, built on top of Spring, that makes development of this type of architectures more, and more fun and easy.

(Ignore the sound problems at the beginning 🙂 )

Contrast this with traditional “enterprise” architectures. Which side of the fence you want to be?

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How to violate the Interface Segregation Principle

In my last post, I gave away some slides where OO Design Principles are introduced. I have an though about the big-fail that was the J2EE (before JEE5), in terms of violating the Interface Segregation Principle.

If you you are fortunate enough to have experienced the pain of writing applications with J2EE, then you recall that, for example, when you define an Stateless EJB, you have to implement the SessionBean interface.

Well, this is a clear violation of the Interface Segregation Principle, your EJB component have to implement the EJB lifecycle callback methods, even if you don’t need them. Right?

For instance:

public class MyComponent extends SessionBean {
    public void someCoolBusinessMethod() {
         // Business knowledge is coded here
    }

    public void ejbCreate() {} //Don't have anything to do in this EJB lifecycle callback, but the interface forces me to implement the method

    public void ejbRemove()  {} //Don't have anything to do in this EJB lifecycle callback, but the interface forces me to implement the method

   public void ejbPassivate() { } //Don't have anything to do in this EJB lifecycle callback, but the interface forces me to implement the method
...
}

Latest versions of JEE (5 and 6), allows you to bind methods to component lifecycle events declaratively, with annotations of XML. For example:

public void MyOtheComponent {
    public String realBusinessMethod() {
        return "I do really cool stuff";
    }

@PreDestroy
   private void letMeGo() {
   //Any business that should run before the object is left to the GC
   }
}

They fixed it, but very behind time…

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OO Design Principles, part 2

This second part is also the last one of this short introduction to OO design principles. I see these principles a the basic conceptual framework to build Object Oriented programs.

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Object Oriented Software Design Principles and guidelines

I had recently to refresh the SOLID principles in Object Oriented Design discipline. SOLID stands for:

Single Responsability Principle
Open Closed Principle
Liskov Substitution Principle
Interface Segragation Principle, and
Dependency Inversion Principle

These are the principles for Object Oriented design, but not following them don’t make me a bad developer, of course. As with any principle, it can be violate if a good reason exists supporting that.

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Porque é que eu gosto das metodologias ágeis para desenvolvimento de Software?

Nesta história a equipa estava a trabalhar no lançamento de um produto para o mercado. O projecto já dura à um ano e é gerido com técnicas “tradicionais”* de desenvolvimento de software. Uma das iniciativas (ou sub-projecto, ou projecto no contexto de um programa) inclui um site,  um blog e um perfil no Facebook, no Twitter e no Youtube, onde se irá anunciar o grande lançamento do produto para o mercado.

Um mês antes do grande lançamento a equipa responsável pela comunicação pergunta ao desenvolvimento: “Quando é que o produto vai estar pronto? Precisamos de uma data para comunicar ao público o grande lançamento”.

A equipa de desenvolvimento respondeu qualquer coisa como: “Já está 85% feito.”

Com uma contas, o gestor de projecto prevê que dentro de um mês o produto estará pronto para o mercado. E foi com esse pressuposto que a equipa de comunicação anunciou a data do lançamento “imprevisível” do grande lançamento no site, no blog, no Facebook, no Twitter e no Youtube.

Mas será que aconteceu o pior?

No dia de lançamento (segundo as expectativas da equipa de comunicação), a equipa de desenvolvimento diz que não é possível lançar o produto hoje.

Infelizmente para a equipa, a data de lançamento calhou a uma Sexta-Feira, quando já todos andavam atacados com o stress pre-release. Depois do problema escalado, a direcção da empresa pede gentilmente que se esforcem ao máximo durante o fim de semana para lançar o produto na próxima Segunda-Feira. Até lhes ofereceu recompensas financeiras.

O produto é lançado na Segunda-Feira, mas apesar do incentivo financeiro,  a equipa perdeu muita motivação com este acontecimento. O overtime e sensação de “falha” é sempre um desmotivador e não há dinheiro que “mexa” nessa psicologia.

Agora, porque é que eu gosto das metodologias ágeis para desenvolvimento de software? Não vou aqui falar de tudo, é claro, mas apenas de um ponto que acho importante no contexto desta história tão comum.

Disciplina nas entregas (e tudo que o processo traz de borla)

  • A trabalhar com iterações que produzem Software “utilizável”  e com um conjunto de funcionalidades conhecidas, a equipa ganharia disciplina nas datas de entrega (Com uma gestão apropriada da equipa).
  • Se as iterações tivessem duração de 3 semanas e a equipa confiasse que necessitava de uma iteração para atingir um conjunto de funcionalidades, que somadas às produzidas nas iterações anteriores igualavam as funcionalidades mínimas para lançar o produto, então a equipa de comunicação poderia estar confiante ao anunciar a data do grande lançamento

Será este ponto importante para repensar algumas metodologias de desenvolvimento de Software? Ou assumimos a postura da  negação: “Ahh, podia ser pior se tivéssemos marcado um evento com a comunicação social e grandes investidores.”?  🙂

* Refiro-me aqui às técnicas que apenas são reconhecidas como boas práticas dentro da empresa um por um grupo restrito de empresas. 🙂

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